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quinta-feira, 13 de março de 2008

Qual é a bronca?

Eis que um dia fui ao Triângulo e me estressei... normal, né? Mas dessa vez resolvi escrever e mandar pro jornal A Tribuna, vai que dá certo e eles publicam? hahaha que emocionante seria uma reclamação minha publicada...

"Venho através deste reclamar do bar Escritório, que fica na Praia do Canto, em Vitória. Sábado (08/03), dia internacional da mulher, fui com meu namorado e mais três amigas no Triângulo tentar escolher algum lugar para sentar e nos divertir, mas foi quase impossível.

Chegamos por volta das 22h30min e praticamente todos os lugares já estavam lotados. Tentamos ir no Escritório, que parece ser um lugar agradável, por ser bonito e bem frequentado. Doce ilusão. É praticamente impossível entrar lá. Não sei se o lugar é só para convidados, pois é o que parece. Onde já se viu ter uma corrente que fecha a entrada não permitindo que os clientes entrem no bar? E ainda uns funcionários muito mal educados que ficam com uma lista na mão. Pois bem, coloquei meu nome na lista pedindo uma mesa para cinco pessoas. Como sabia que ia demorar, fomos dar uma volta. Quando voltei a tal mesa não tinha sido desocupada e meu nome havia sido riscado. Perguntei o porque e a moça disse que eu perdi a vez porque ela atualizou a lista. Mas eu fui chamada? Não. E porque meu nome foi riscado? Porque você não estava aqui. Mas eu fui chamada???? Não. Bom... então isso não é justo. Fiquei com raiva e fui para outro bar.
Por volta de 2h30min voltamos ao local para tentar novamente. Não sei pra que, mas tudo bem. Ainda não havia mesa desocupada, segundo eles. Mas eu vi uma mesa sendo desocupada. Então minha amiga perguntou se poderíamos sentar lá e eles ficaram enrolando e não deixaram. Logo depois chegaram umas pessoas e entraram. Não entendi.
Só digo uma coisa, é um absurdo!
Nunca mais vou lá e não indico mais ninguém também, pelo contrário, falarei mal, pois lugar como esse não deve fazer sucesso de jeito nenhum.
Que eu saiba o cliente sempre tem razão e se ele não é bem atendido, tem o direito de reclamar.
Sou estudante de jornalismo e agradeço à Rede Tribuna pela oportunidade e se puder publicar, ficarei grata.

Att.,
Grazielly Favero."

A coluna "Qual a bronca?" me ligou e disse que em breve publicaria... tô esperando! rsrs
bjus galera!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Mais um texto...

AMOR... ÓDIO... AMOR

Dizem que o ódio é o sentimento mais próximo do amor que existe, pois só somos capazes de odiar a quem um dia muito amamos, sendo portanto bem tênue a linha que separa esses dois sentimentos tão conflitantes.

Não deixa de haver uma certa lógica nisso, pois se a pessoa a quem amamos, a quem entregamos nossos melhores sentimentos comete uma traição grave, uma agressão... enfim, algo que, mais do que ferir nosso físico, fira nossa dignidade, forçosamente estará matando o amor que um dia sentimos. E possivelmente, transformando o amor em ódio.

Dizem, e eu endosso, que nunca se deixa de amar a quem já se amou. O amor quando se instala, cria raízes e permanece. Quando alguém diz que "deixou de amar" a alguém, é porque na verdade nunca amou de fato. Sentiu algo parecido com amor. Pode até ter confundido os sentimentos. Mas amar, mesmo, não amou.

Mesmo quando passamos a odiar alguém devido alguma vilania cometida, não deixamos de amar... simplesmente transformamos o amor em ódio. Daí dizer-se com propriedade que os dois sentimentos andam lado a lado. Geralmente essa mudança é definitiva. Não seremos mais capazes de amar alguém que conseguiu matar o sentíamos antes.

Pode-se até voltar a viver juntos... mas aquele amor ficou perdido em algum lugar do passado. O ódio surgido fez com que o amor se perdesse.

Por isso, temos que sempre analisar bem os fatos, antes de tomar atitudes irremediáveis.

A propósito, meu querido L'Inconnu nos propicia esta "pérola". Vejam que belo pensamento:

Quando tiver de escolher entre o amor e o ódio, ame com toda a força do coração e quando tiver de odiar, simplesmente não o faça.

O amor é o sentimento que traz VIDA para a vida. Sempre está por aí. Quando o encontramos, temos que saber mantê-lo. É necessário que saibamos que atitudes tomar, para não deixar que a "tênue linha" seja rompida. Temos sempre que regar o jardim, para que as flores não sequem.

Uma coisa que, se não mata, pelo menos arrefece bastante o amor, é a indiferença com que muitas pessoas passam a tratar os parceiros, principalmente após muitos anos de convivência. Essa indiferença por vezes faz com que um dos parceiros comece a sentir raiva pelo tratamento que recebe, após tantos anos de vida em comum. Há que se prestar atenção nesse detalhe, e, notando que as coisas começam a se deteriorar, há que se voltar a atenção à parceria, não permitindo que a união se esboroe.

E, se notar que está começando a ficar com raiva de seu parceiro, não deixe que isto se transforme em ódio, levando a tomar atitudes radicais.

É chegada a hora do famoso diálogo... aquela conversa esclarecedora, onde as queixas podem e devem ser apresentadas. Isso poderá evitar muitas coisas desagradáveis.

Muitas vezes o que julgamos ser um enorme "cavalo de batalha", não passa de um lindo pônei brincalhão. E as coisas se acertam.

Por mais raiva que se sinta... procure controlar os "instintos homicidas" não deixe que a raiva se transforme em ódio. A raiva é passageira... como a paixão.

O ódio, pelo contrário, é duradouro, forte, como o amor.

Mais uma vez, chego à conclusão de que L'Inconnu é um gênio. Indiscutivelmente, é muito melhor e mais gostoso Amar do que Odiar... O amor nos deixa felizes, alegres, de bem com a vida... O ódio, nos deixa amargos, tristes, de mal com a vida...

Então crianças... procuramos sempre manter aquele sentimento bom dentro de nós.

Odiar... prá que? Por que? Ficar com aquele sentimento de vingança martelando na cabeça? Pra que? Se não foi possível viver juntos... que tudo termine em paz... ou na pior das hipóteses com o mui adequado "deixa prá lá".

Fonte:

Marcial Armando Salaverry

http://www.prosaepoesia.com.br

O amor e o ódio

Tudo que eu queria escrever, encontrei neste artigo. Como não sou psicóloga e muito menos entendida neste assunto de relacionamentos, copiei e colei aqui. Um assunto interessante... será que o amor pode se transformar em ódio? Sentimentos tão opostos e tão fortes que podem estar mais próximos do que vc imagina. Leia e confira...


Relacionamentos: Quando o amor se transforma em ódio

Dizem que amor e ódio andam de mãos dadas. Mas, será que é realmente possível transformar o amor em ódio? Se você respondeu sim é hora de rever seus conceitos.

Por expressar uma variedade de formas de afeto que diferem em nível e intensidade, este sentimento costuma receber milhares de rótulos: amizade, carinho, ternura, companheirismo, entre outros.

Porém, na realidade, o que costumamos constatar é que nem sempre a expressão do amor dá-se por vias saudáveis. Um exemplo disto pode ser visto em certos tipos de relações conjugais, onde encontramos o exercício da "posse" mascarada sob a roupagem do "amor". Aqui, diante das dificuldades de convivência, os cônjuges comportam-se como verdadeiros inimigos transformando suas juras de amor em desavenças dentro do próprio lar ou, em casos extremos, em incansáveis disputas judiciais.

Mas, será que isto realmente pode ocorrer? Podemos transformar o amor em vingança?

Diz-se que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira.

Desta forma, quando alguém nos diz que hoje odeia aquele que um dia jurou amar, podemos afirmar com certeza, que o que ele sentia por esta pessoa era tudo, menos amor. Isto porque o amor é um sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. Aqui o meu foco está voltado para o exterior, para o lado altruísta da relação e baseado na vontade que tenho de cuidar dos desejos e interesse alheio.

Como o amor não cobra, não exige, simplesmente flui incondicionalmente, a pessoa que ama verdadeiramente espera que o outro seja feliz, que tenha experiências que lhe propiciem o crescimento, mesmo que isto signifique abrir mão do desejo de estar em companhia do amado. Para estes indivíduos, a própria felicidade encontra-se atrelada ao bem-estar daqueles que eles escolheram ser o objeto de seu apreço, pois eles bem sabem que é impossível separarmos aquilo que nunca esteve unido de fato e que o amor pode se expressar de outras formas aquém da união física.

Certamente, aqui não quero dizer que não podemos ficar com raiva ou nos sentirmos magoados quando alguém, que julgamos amar, opta por outro caminho. Porém, se me decepcionei com esta pessoa é por que talvez eu tenha acreditado nela e não em sua essência.

Lembre-se que o tempo é um grande sábio e, como dizem, o melhor remédio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e não aquilo que havíamos criado frente as nossas carências internas.

Quando o amor se faz presente em nossos corações, conseguimos nos perdoar e aos outros também, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar lições úteis ao desenvolvimento de ambos.

Aprendamos, pois, a transformar a posse em amor, a olhar o que de positivo restou, pois sabemos que o que fica de uma relação é o que de verdadeiro existia nela: carinho, amizade, respeito ou, simplesmente compaixão pelo outro.

Mas, se o amor é isto como o ódio surge?

Para responder a esta pergunta, vamos primeiramente tentar entender o que significa odiar. Podemos descrever o ódio como uma paixão que nos impele a causar ou desejar mal a alguém. Ora, se ódio é paixão e esta um sentimento intenso que sobrepõe nossa lucidez e razão, o que encontraremos aqui é o apego, ou seja, o lado egoísta da relação. Neste caso, preocupamo-nos muito mais com a satisfação de nossos desejos pessoais, com nossas carências, com o controle do relacionamento afetivo, do que com a nossa capacidade de expressar o amor de forma incondicional.

Várias pessoas costumam acreditar que amam realmente alguém até surgir um obstáculo na relação. Quando o outro, por ação ou omissão, deixa de satisfazer seus desejos, muda seu padrão de comportamento, faz uma nova escolha, ou seja, começa a se afastar daquele modelo por elas idealizado, o sentimento de intensa frustração instala-se, levando-as a se fixarem no desejo de destruição daquele que julgam ser o grande culpado pela intensa dor emocional que atravessam.

Isto acontece porque costumamos entrar nas relações imaginando que o outro nos completará, satisfazendo nossos desejos e idealizações. Esquecemos, porém, que não podemos completar aquilo que só a nós compete: o preenchimento de nosso vazio interno. Que a relação envolve sentimentos de compreensão, companheirismo, troca, o saber ceder ou esperar. E, o mais importante, de que as pessoas não são nossos ativos, mas sim nós é que pertencemos ao mundo, tendo liberdade de vivências e escolhas, sejam estas agradáveis ou não para nós ou para o outro.

Sempre digo que, relação é conhecimento, é crescimento e que este pode se dar de inúmeras formas. Muitas vezes, quando nos relacionamos com alguém, costumamos ativar dinâmicas psíquicas não bem resolvidas em ambos, as quais resultam numa interação patológica. Isto pode ser facilmente observado nas situações onde a perfeição do outro se torna condição sinequanon. Nestes casos, quando nossas expectativas não são correspondidas, acabamos por gerar sentimentos de hostilidade que se transformam num jogo de culpas, cobranças e no aniquilamento das pessoas envolvidas.

Esquecemo-nos, porém, que enquanto nos "pré-ocupamos" em nos punir ou levar o outro à tortura, deixamos de viver novas experiências, de fazer novas escolhas, de aprender com o suposto erro, de nos respeitarmos enquanto seres merecedores de amor e compreensão e de encontrar o nosso verdadeiro caminho.

Cumpre-nos lembrar aqui também, que a dinâmica amor e ódio pode ser encontrada naqueles indivíduos que cultivam sentimentos de ciúmes. Isto porque o ciumento não consegue desenvolver o amor autêntico por confundir todas as relações com uma necessidade narcísica. Em outras palavras, estas pessoas não conseguem amar, mas sim precisam de um sentimento que são amadas, o que justifica que suas perdas sejam revestidas de uma posterior substituição. É diante da ameaça da perda que elas transformam sua paixão em ódio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam.

Finalizando, lembre-se de que um verdadeiro encontro de almas só ocorre quando existe o real desapego e isto só é possível quando aprendemos primeiramente a nos amar, a nos respeitar e a nos valorizar, através do nosso autoconhecimento, ou seja, do contato com a nossa essência.

Em matéria de amor é importante ressaltar que as pessoas ficam juntas, não por necessitarem umas das outras, mas sim pela satisfação que sentem em compartilhar um mesmo sentimento, um mesmo ideal.

O amor não precisa de condições, ele basta por si só. Sendo assim, se apenas podemos refletir no mundo aquilo que temos dentro de nossa alma, que este algo seja o exercício do AMOR INCONDICIONAL, pois através dele o ódio nunca encontrará espaço para se manifestar.

Fonte:

http://www.mgriesi.com.br/ psicóloga: Mônica Griesi Cintra

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Minha música do momento

Danni Carlos - Coisas que Eu Sei

Eu quero ficar perto
De tudo o que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
 
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio mostra o tempo errado
Aperte o play
Eu gosto do meu quarto 
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo ta fechado pra visitação
 
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa
É minha Lei
 
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
 
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar
Eu já comprei
Ás vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando eu tô afim
 
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia... (2x)
 
Agora eu sei...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Freedom


A palavra do ano para mim é LIBERDADE. Do latim libertate, significa faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa; gozo dos direitos do homem livre; independência; autonomia; permissão; ousadia; regalias; privilégios; imunidades.

Na internet encontramos vários significados. "Muitos, ou provavelmente todos os filósofos, escreveram sobre liberdade. Entretanto, ela foi assunto que deu em poemas e em questionamentos de todos os homens, visto que o entendimento maior de que se tem de liberdade é que é algo bom, sem amarras." Se é algo bom, todo mundo deveria querer. Eu sei que eu quero, e muito!

Fiz a tatuagem com uma borboleta não porque quase todas as meninas tem, porque está na moda ou porque é bonitinha. Gosto de dar significado às minhas tatuagens, essa tem o de liberdade, por isso a palavra freedom. Já é a minha segunda, mas como isso se torna um vício, tenho certeza que farei mais... (olha eu mudando de assunto).


Só sei que eu quero muito minha liberdade. Liberdade de viver, de morar, de ter o que eu quiser, de fazer do meu jeito, de sonhar, de dormir, de acordar, de trabalhar, de rir, de chorar, de sei lá o quê mais...
Não gosto de depender, não gosto de pedir dinheiro aos meus pais, muito menos do meu (futuro) marido. Que eu nem sei se terei... rs, enfim.

Uma coisa que notei em alguns trabalhos que trabalhei, e que talvez não duraram muito tempo por isso, é que não sei obedecer. Não gosto, na verdade. Às vezes obedeço pra não contrariar, mas na verdade eu gosto mesmo é de mandar. Meus namorados que o digam (digo os ex e o atual). Talvez por isso também duram muito tempo, homem gosta de ser mandado! hahaha


É claro que esta tal liberdade que eu busco não é para tudo. Afinal, sempre estaremos presos a algo ou alguém. Para o trabalho, para a família, para o companheiro e para Deus.
A liberdade segundo o site "Vida radical" é ser perdoado do passado; ser livre do sentido da culpa; ter o poder para escolher e fazer coisas certas; ter auto-domínio; ter a capacidade de perdoar e amar os outros; não ser escravizado por nada; ter a paz de Deus.

"Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda."
Cecília Meireles, em Romanceira da Inconfidência


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Comentários

Olá...
Comentando sobre o texto de ontem, devo dizer que também sou a favor da plástica, até pq já fiz uma! E faria quantas vezes for preciso, se realmente for, pra me sentir bem. Claro que nada exagerado, pq acho horrível certas mulheres "plastificadas" e cheias de botox, totalmente sem expressão facial. Principalmente atriz que precisa ter expressão, se exagerar fica com cara de boneca, e ao invés de ficar bonita como gostaria, fica mais feia!
Hoje, principalmente as mulheres, estão cada vez mais preocupadas com o corpo devido ao modelo "padrão" que a mídia coloca. Valorizam tanto as modelos e atrizes da TV que se a gente não seguir o ritual delas, a gente é anormal!
Eu, por exemplo, nunca estou satisfeita e sempre quero perder uns quilinhos, melhorar aqui e ali, mas também confesso que não fico horas na academia me matando. Até tiro umas férias, pq a verdade é que não suporto malhar, principalmente nesse calor infernal. Mas, se não malhar pelo menos um pouco, chega uma hora que cai tudo, né?! hehehe
Silicone também virou moda. Tem umas que aumentam tanto só pra ganhar no Guiness book quem tem o maior peito, igual aquela tal de Sheilla. Pelamordedeus, aí já é demais! Acho legal quando a mulher realmente precisa, pra ficar proporcional ao corpo ou por questão de complexo pessoal. Mas, aposto que os homens preferem um corpo mais natural. Não é, diga aí...
Carnaval tá chegando galera, vamos malhar e fazer dieta pra ficar um pouco sarado mês que vem. Sacanagem...
Bjos a todos!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Vaidade

Olá galera! Após um longo tempo, volto com um texto legal que recebi por email...

Vaidade - Herbert Viana

Cirurgia de lipoaspiração?
Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem.
Religião, é dieta.
Fé, só na estética.
Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal.
Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer, não.
Estria é caso de polícia.
Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não
Pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.
Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo. Jovens não têm mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural... Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.
Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
"Cuide bem do seu amor, seja ele quem for "
Herbert Vianna