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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Tédio

Sem tv por hoje... tédio!

Quero sair. Sozinha? Enquanto o namorado não chega, leva uma amiga.

Ele vai trabalhar o dia inteiro, e eu? Em casa como sempre.

Colecionando nãos, chorando pelos cantos, fuçando Orkut, facebook, twitter.

Pesquisando cursos, blogs, textos.

Tentando ler os livros que comprei, tenho que ler mais.

Tentando tomar coragem para voltar à academia.

Fazendo uns tratamentos estéticos pelo menos.

Esperando o telefone tocar.

Ansiosa. Angustiada. Preocupada.

Não tenho insônia. Tenho mais sono, quero dormir o dia todo.

A idade passando, o ano acabando.

As pessoas perguntando.

Irritada, estressada, mal humorada.

Mudar? Mesmo contra a vontade.

Já estudei muito. Ou nunca é demais.

Quero trabalhar! Ocupação. Independência. Valor. Cultura. Reconhecimento.

Sucesso, fama.

Realização dos sonhos. Realizar-me profissionalmente.

É pedir muito?

domingo, 8 de novembro de 2009

Oi galera

Sumi né? Ai queria taaanto escrever mais aqui, confesso que penso sempre em escrever sobre várias coisas, mas depois acabo esquecendo. Também estou sem tempo. Trabalhando o dia todo em comércio, assim fico com menos tempo para internet. Geralmente só vejo meus e-mails, twitter, orkut... rs essenciais! Msn também nem estou entrando muito, enjoei. E assim o blog fica de lado, ainda mais depois do twitter, estou viciada naquilo. Acho muito mais prático, por ter apenas 140 caracteres a gente pode mandar pequenas mensagens ao longo do dia sobre vários assuntos, sem se aprofundar muito. Já o blog eu gosto de escrever muito, portanto exige mais tempo.
Mas, vou deixar aqui, quem sabe eu volto a ser uma blogueira mais ativa.
Bjus

domingo, 12 de abril de 2009

Experiência ou especialização?

Após terminar a graduação, fica a dúvida: fazer ou não uma especialização? Pós, mestrado e cursos extras são sempre importantes para o currículo. Mas qual é a hora certa de fazer? Logo após a colação de grau, aproveitando a mente fresca ou esperar (para quem não está trabalhando) até que o futuro emprego exija uma especialização e aí sim poder escolher o curso certo. Sim, porque para quem não está trabalhando, ainda não sabe o que virá pela frente, e mesmo que queira seguir alguma área, não se sabe se vai conseguir emprego nesta área tão sonhada. E se fizer um curso nesta e conseguir em outra? Será tempo perdido? Depois terá que fazer outro curso e por aí vai...
Uma faculdade de quatro anos cansa. Mas, também é preciso estudar cada vez mais para ser um bom profissional. Principalmente no difícil mercado de trabalho que nos encontramos atualmente.
Estudar, estudar, estudar... e não ter a verdadeira prática adianta alguma coisa? Já que o que mais vemos por aí são empregos exigindo experiência de não sei quantos anos. Afinal, um recém formado não tem muita experiência, a não ser alguns estágios durante o tempo da faculdade.

O texto "Experiência x especialização: o que é mais valorizado no mercado de trabalho?" do site Administradores.com.br discute exatamente isso. Não ter experiência profissional pode ser um dos grandes dilemas dos recém-formados. Para driblar essa situação, muitos recorrem aos cursos de especialização, MBA, pós-graduação e mestrado. Mas, no mercado de trabalho, o que conta mais: ter experiência na área ou formação técnica?
Na opinião da consultora de desenvolvimento do Grupo DMRH, Bruna Tokunaga Dias, a decisão de investir em uma ampla formação técnica depende de diversas variáveis, como a área de atuação, os planos de carreira e as exigências do mercado.
"Muitas pessoas acabam se preocupando apenas com a qualificação, ou seja, o impacto que um curso de pós-graduação ou técnico traz ao currículo, esquecendo de avaliar o quanto este curso é importante para a sua carreira ou para o mercado que ela pretende atuar".
Como escolher uma especialização?
A consultora aconselha os profissionais a pensarem em alguns pontos importantes antes de fazer um curso de pós-graduação, MBA ou especialização. "É importante a pessoa conversar com profissionais que já alcançaram o objetivo de carreira almejado por ela para saber como foi a trajetória. Além disso, é fundamental entender o mercado que se deseja trabalhar, verificando as qualificações e habilidades exigidas".
Bruna também ressalta que, muitas vezes, o inglês fluente pode ser um grande diferencial no mercado de trabalho, já que poucos profissionais possuem essa habilidade.

A importância da experiência
Para a consultora, a experiência profissional traz conhecimentos que nenhum curso pode proporcionar. "Saber trabalhar em grupo, desenvolver inciativas, vencer desafios, aprender a ser humilde e a se relacionar com pessoas de opiniões diferentes são habilidades que só a rotina de trabalho pode oferecer".
Bruna destaca que os programas de trainee não exigem experiência no mercado, mas sim muito conhecimento técnico. Por isso, ter experiência ou uma ampla formação ganha importância dependendo da cultura de cada organização.

Para quem não conseguiu ser contratado da mesma empresa onde fazia estágio, resta a esperança de que dias melhores virão, no meio desta crise mundial. Acreditar que os cursos feitos, o intercâmbio, as aulas infinitas de inglês, o contato com colegas de profissão, a busca diária por emprego vão servir de alguma forma em algum dia. Acreditar que futuramente terei um currículo muito melhor, cheio de experiências e que ao invés de procurar, serei procurada. Pensamento positivo.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Esse povo me adora

16/11/2008 às 16h04 – Folha Vitória


Oferta de vagas diminuiu com nova Lei do Estágio


Agência Brasil

Foto: Divulgação

Brasília - Em vigor há pouco mais de um mês, a nova Lei do Estágio garante aos estudantes, além da bolsa-auxílio, o direito a férias e ao auxílio-transporte. Mas, de acordo com a Associação Brasileira de Estágios (Abres), houve uma redução no número de vagas oferecidas no país depois que as regras começaram a valer.

Pelos cálculos da entidade, no total são 60 mil vagas a menos, sendo que a queda é de 33% no ensino superior e de 67% no ensino médio.

Segundo o presidente da Abres, Seme Arone Junior, o principal motivo foi a falta de um prazo de adaptação para que as empresas e as escolas pudessem ter a possibilidade de se ajustar a um novo cenário criado com a lei. “A lei foi publicada e passou a vigorar imediatamente e surgiram muitas dúvidas de interpretação”, argumenta.

Estagiária do ensino médio, Jéssica Nathalia de Oliveira, de 18 anos, avalia que as mudanças são um passo muito importante, mas ainda são necessárias mais melhorias para a vida dos estudantes que fazem estágio.

A aluna de curso superior Kaline de Oliveira, de 23 anos, afirma que os estagiários ainda enfrentam problemas, mesmo com as garantias da legislação. “Eu faço estágio em uma empresa e eles transformaram uma ajuda de custo no valor de R$ 50 em auxílio-transporte. E não é referente ao valor que a gente deveria receber”, reclama.

O presidente do Núcleo Brasileiro de Estágio, Carlos Henrique Mencaci, explica que o caso de Kaline não é ilegal. Segundo ele, a nova lei não estabelece um piso e cabe à empresa decidir de quanto será o auxílio-transporte.

Segundo Mencaci, o texto traz várias melhorias para a vida do estagiário, entre elas o horário de trabalho estabelecido em, no máximo, seis horas diárias. “Assim o estudante tem mais tempo para se dedicar aos estudos”, afirma.

Dados do Ministério da Educação apontam que existem hoje 13,5 milhões de estudantes no ensino médio e superior e somente 1,040 milhão de vagas de estágio. Ou seja, apenas 8,1% dos estudantes conseguem passar pelo processo de aprendizado.

O presidente da Associação Brasileira de Estágios acredita que o estudante sem nenhuma experiência vai ter mais dificuldade para conseguir um estágio. “Ficou mais difícil porque o número de vagas diminuiu bastante, o que já era difícil agora ficou mais ainda. O estudante vai ter uma concorrência maior”, aponta Seme Arone Júnior.

Para ele, a legislação é boa e a expectativa é que em dois anos as empresas consigam se adaptar e reabrir as vagas.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Trabalhar é bom?

Após muitas tentativas e quase um ano sem um trabalho fixo, eis que consegui, finalmente, um estágio na área. Mais um! Fiquei muito feliz porque será na área de assessoria, que ainda não tenho experiência e gostaria de ter porque sei que é uma área boa. Já trabalhei na TV, na rádio, só faltava o outro lado: assessoria.
Desde o começo do ano passando por entrevistas, testes, seleção... eita troço chato! Ainda tem gente que reclama que os QI's existem... mas nada melhor do que entrar numa empresa sem precisar de testes. Como eu não tenho QI na área de Jornalismo... teste aqui, teste lá! O pior é a ansiedade depois do teste. Será que passei? Ai, mas tinha muita gente boa! Poxa, queria tanto passar! Podia ter feito melhor... Ai, não podia ter falado aquilo...
Vi esses dias o documentário "O segredo" que vem daquele famoso livro de auto-ajuda. Acho que de certa maneira ajudou. Porque eles dizem que existe a Lei da Atração, e se você quer alguma coisa, deve pensar positivo. Querer muito aquela coisa, imaginar que já tem, nunca pensar que não vai conseguir. Sempre acreditei que pra conseguir algo, devemos ser otimistas. E pode crer que dá certo! Neste último teste pensei positivo. "Eu vou conseguir, eu vou conseguir". E logo veio a resposta.
Também pedi a Deus, claro, pois sou católica. E ele me atendeu. Obrigada!
Voltando a questão do trabalho, estou essa semana em casa, preparando os documentos (outra coisa chata), vai no CIEE, vai na empresa, vai na faculdade, volta no CIEE, volta na empresa, volta na faculdade... aff! Pra quê tanta burocracia? Assina meu contrato aí e pronto! Mas estágio tem essas coisas.
Aí fico em casa aproveitando o tempo que ainda tenho livre, assistindo novelas, jornais, dormindo até tarde, malhando... isso tudo vai acabar. Ai que triste! Mas eu não deveria ficar feliz? Vai entender. Quando a gente tá atoa, quer trabalhar, e quando tá trabalhando, reza pra ter um dia de folga. É a vida...