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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Boatos ou verdades

As revistas de fofoca faturam com isso. Alguns programas de Tv também. E agora a internet mais do que nunca aproveita cada furo dos artistas para noticiar. Opa, se é notícia deve ser verdadeira, certo? O problema é que sempre aumentam e inventam algo, tratando-se, portanto, de boatos.
Semana passada aconteceu isso e pude presenciar. Eu fui com uma amiga que trabalha no Projac em um bar aqui perto de casa chamado Tekilas. Chegando lá havia vários atores da Globo: Fernanda Vasconcellos, Regiane Alves, Danton Mello, Caroline Abras, entre outros da novela Tempos Modernos. Tinham acabado de gravar no Projac e foram pra lá se divertir com os amigos figurinistas, produtores, enfim. Era uma quarta feira e o bar não estava tão cheio. O problema é que, como são famosos, sempre chamam mais atenção. Quarta é dia de karaokê com uma banda ao vivo. Todos subiram no palco e cantaram várias músicas. Antes jogaram sinuca, comeram, beberam como qualquer um. Não havia sinal de imprensa ou paparazzi. Eu, como jornalista, até pensei em tirar foto e noticiar, porém, também sou atriz e me vi no lugar deles, ali aproveitando como pessoas normais, como eu estava me divertindo (com eles, inclusive).
Daí que surgem notícias, mas criticando somente a Fernanda. (veja aqui)
E agora ela e os outros vão parar de frequentar lá (onde iam toda semana), até esfriar os boatos.
Infelizmente vida de artista é assim... não pode fazer o que quiser, curtir, aproveitar, beber, fumar, beijar na boca... porque sempre vai ter um paparazzi por perto querendo tirar proveito da situação.
Bom, a Fernanda realmente estava sem o namorado, Henri Castelli, mas o tempo que fiquei lá não a vi beijando ninguém, como foi divulgado. Já não posso dizer de outros atores que vi... mas aí já é outra história...

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Conexão Vix-RJ


A novidade é que estou morando no Rio de Janeiro. Um sonho realizado. Estou fazendo pós graduação de Jornalismo Cultural na UERJ. Há um mês minha vida deu uma guinada e mudanças são sempre difíceis de se acostumar, mas necessárias na vida de todos. Mudança de estado, conhecendo novas pessoas, estudando de novo, à procura de um novo emprego, controlando gastos, fazendo minha própria comida, arrumando casa, comprando tudo, andando de ônibus, aprendendo a dividir tarefas com os amigos que dividem o apê, ficar indo e vindo de avião, sozinha.
Aprender com os erros, ter menos medo, mais coragem, falar menos, agir mais. Lidar com a saudade, a falta de conforto, falta dos pais por perto, falta do cachorro, da empregada, dos amigos, do amor.
Toda vez que embarco já bate um pouco de medo, misturado com felicidade de estar realizando meu sonho, das pessoas que gostam de mim dando força, torcendo por mim.
Entre as nuvens, o avião balança e me dá um pouco mais de medo. Leio revista, como o lanche, bebo o suco, escrevo. Minhas mãos transpiram. Chega logo, eu penso. Ainda bem que o voo é rápido. Mas o tempo que perdemos antes e durante o embarque, lá se vão ao menos três horas. Espero que o tempo tenha melhorado. Tinham fechado o aeroporto de Santos Dumont por causa da chuva. Morro de medo! Muito mais na hora de pousar, do que quando decola. Parece que não vai dar tempo de frear [ou desacelerar].
Silêncio, uns lêem, outros dormem. Eu escrevo e penso. Ou vice-versa.
Nenhuma criança chorando, ainda bem, como teve da outra vez.
A cidade lá embaixo tão pequena, muitas nuvens.
"Pouso autorizado, mantenham o cinto de segurança afivelado, sua poltrona na vertical, sua mesa fechada". Já sei!
Minha mala de mão nem coube no bagageiro, de tão pequeno. [Imagina a que foi despachada]
Odeio quando passa entre as nuvens e não vejo nada.
Meus pais agora estão mais tranquilos, meu irmão que parece mais triste, sempre querendo brigar, mandar, dizer que não é assim e tal. Meu pai não deixou eu trazer o carro, mas entendi que ainda é cedo, melhor esperar um pouco até eu conhecer mais os lugares. Mas que é difícil ficar sem, quando se está acostumada a ir para tudo de carro, é. Andar de ônibus não é legal.
Agora tenho que pensar antes de falar algumas gírias capixabas como: massa, gastura, pocar, rock... porque no Rio ninguém entende e saca logo que eu sou de fora. Tem que ir pra night, porque é irado e sinixxxtro (puxando o S).
Está chovendo na cidade maravilhosa, estou sem guarda chuva, sem casaco.
Com o tempo vou me acostumando... afinal, agora tenho duas casas, dois lugares para morar [ou visitar], e a conexão Vix-RJ ou RJ-Vix vai estar sempre nos meus planos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Novidade


A novidade é que agora sou colaborada do site O Estado RJ. Isto é, toda semana ou de acordo com a demanda, vou fazer matérias sobre diversos assuntos e elas serão postadas no site. Trata-se de um trabalho voluntário e será ótimo para meu aprimoramento na escrita e também como experiência profissional.
Conto com ajuda de todos na sugestão de pautas.
Os temas podem ser variados: Estado, País, Mundo, Comportamento, Ciência, Saúde, Cultura, Esportes.
E a minha primeira matéria já está no ar. Olha aí embaixo um pedaço...

Supermercados do ES fecham s

uas portas aos domingos

Donos e funcionários do setor são a fa

vor do acordo e aproveitam o dia de folga em família




Redução de custos, funcionários mais satisfeitos, atendimento melhor para o consumidor e mais tempo para fazer a manutenção das lojas. Esses são alguns dos benefícios dos donos de supermercados, que lutam para manter as lojas fechadas aos domingos. A folga no fim de semana agradou não só aos donos, mas também aos funcionários e a maioria dos consumidores.
(...)

Para ler a matéria toda, acesse aqui. Comentários também serão bem vindos.

Toda semana haverá uma matéria nova, e assim que for postada, eu posto aqui, ok?

Beijos!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Jornalistas não precisam mais de diploma!

Venho aqui manifestar minha tristeza, raiva, indignação com a notícia de hoje.

Matéria da Veja: "O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira a exigência de diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista, por oito votos a um.

Somente o ministro Marco Aurélio Mello votou a favor da exigência do diploma.

O relator e presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, alegou, em seu voto, que a profissão de jornalismo tem vinculação com o amplo exercício da liberdade de expressão e de informação. Segundo Mendes, exigir o diploma é contra a Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão." Leia mais aqui.

Tudo bem quanto a liberdade de expressão, querer escrever em blogs, twitter, orkut... Mas, qualquer um poder ser jornalista, não! Fiz faculdade particular, cara, durante quatro anos e exijo respeito. Quero ser reconhecida profissionalmente. Não quero competir com uma pessoa sem diploma! Quero um emprego na área, estou lutando por isso. As empresas exigem experiência de todos para conquistar uma simples vaga, e agora o diploma não será mais necessário?

Segundo Marcelo Soares, do blog Diário de um fuçador: "(...)E eu acho isso genial. Abri aqui em casa um Pinotage sul-africano para comemorar. Mas eu sou minoria. No Twitter, está uma choradeira braba - o famoso #mimimi. O pessoal reclama coisas como "de que adiantou estudar?". Já vi gente dizendo coisas como "paguei na faculdade o equivalente a um carro zero, quem me devolve agora?" A mais engraçada é "e agora, que qualquer analfabeto pode tirar meu emprego?" Discordo veementemente. (...)" Leia mais aqui.

Tudo bem que vale mais quem sabe mais. Quem estuda (ou estudou) em um curso bom terá mais chances. Mesmo assim não vou querer um "colega" de profissão do meu lado sem diploma. Não vou gostar de ouvir que fulano de tal escreve para um jornal e não fez faculdade de Jornalismo.

Acho que as empresas mais conceituadas não vão dispensar um ótimo jornalista. Mas outras podem aproveitar "qualquer um" simplesmente para pagar menos. Quanto será menos do que um jornalista já ganha neste país? Não quero nem pensar.

Isso é Brasil!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Meu TCC

Ciberjornalismo
Um estudo sobre as mudanças na profissão tendo como referência o portal Gazeta Online

Resumo

O jornalismo vem sofrendo modificações desde o surgimento da Internet. O objetivo desse estudo é mostrar como surgiu e se desenvolveu o jornalismo online e o que é ser jornalista neste novo momento, tendo como referência o portal de A Gazeta. A escolha desse tema foi pelo interesse sobre as possibilidades abertas por essa nova forma de fazer jornalismo, que é uma mídia que está em fase de consolidação de padrões. As análises foram feitas através de entrevistas com funcionários de A Gazeta. A prática jornalística deve se adaptar a estas inovações e os jornalistas devem estar atentos a cada mudança, pois cada novidade que surge no campo da tecnologia, torna-se um desafio para o profissional.

Palavras-chave: Jornalismo online. Jornalista. Internet.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Oi gente! Já estamos em maio! Este blog está um pouco parado, eu sei. Mas estou sem assunto. Sem trabalho, sem ânimo. Tento ser feliz, me divirto com os amigos, namorado, família. Mas esse monte de feriados para mim não significaram nada. Sem trabalho, todos os dias são iguais. São férias, são feriados, são dias comuns e entediantes. Fico pensando quando chegará uma resposta de algum (dos vários) emails com currículo enviados a vários lugares. Quando meu telefone tocará com uma proposta legal. Quando mudarei de vida, de casa, de lugar, enfim. Tenho sonhos a se realizar ainda nesta vida. Quero muito! Sonho muito. Momentos de decisão, reflexão, ansiedade, agonia, aflição. Tudo junto. O ano está passando e o que mudou? A crise continua e o desemprego aumenta. Ex-estudante. Desempregada. Que drama! Nem estou passando fome, senão arrumaria qualquer coisa para fazer. Mas, é pedir muito um emprego na minha área? Estudei e me dediquei para isso. Não quero ser mais uma que desiste da profissão por não conseguir ou por achar baixo o salário. Sim, não é dos melhores, mas se for bom, serei feliz. Espero ansiosamente por este grande dia.

domingo, 12 de abril de 2009

Experiência ou especialização?

Após terminar a graduação, fica a dúvida: fazer ou não uma especialização? Pós, mestrado e cursos extras são sempre importantes para o currículo. Mas qual é a hora certa de fazer? Logo após a colação de grau, aproveitando a mente fresca ou esperar (para quem não está trabalhando) até que o futuro emprego exija uma especialização e aí sim poder escolher o curso certo. Sim, porque para quem não está trabalhando, ainda não sabe o que virá pela frente, e mesmo que queira seguir alguma área, não se sabe se vai conseguir emprego nesta área tão sonhada. E se fizer um curso nesta e conseguir em outra? Será tempo perdido? Depois terá que fazer outro curso e por aí vai...
Uma faculdade de quatro anos cansa. Mas, também é preciso estudar cada vez mais para ser um bom profissional. Principalmente no difícil mercado de trabalho que nos encontramos atualmente.
Estudar, estudar, estudar... e não ter a verdadeira prática adianta alguma coisa? Já que o que mais vemos por aí são empregos exigindo experiência de não sei quantos anos. Afinal, um recém formado não tem muita experiência, a não ser alguns estágios durante o tempo da faculdade.

O texto "Experiência x especialização: o que é mais valorizado no mercado de trabalho?" do site Administradores.com.br discute exatamente isso. Não ter experiência profissional pode ser um dos grandes dilemas dos recém-formados. Para driblar essa situação, muitos recorrem aos cursos de especialização, MBA, pós-graduação e mestrado. Mas, no mercado de trabalho, o que conta mais: ter experiência na área ou formação técnica?
Na opinião da consultora de desenvolvimento do Grupo DMRH, Bruna Tokunaga Dias, a decisão de investir em uma ampla formação técnica depende de diversas variáveis, como a área de atuação, os planos de carreira e as exigências do mercado.
"Muitas pessoas acabam se preocupando apenas com a qualificação, ou seja, o impacto que um curso de pós-graduação ou técnico traz ao currículo, esquecendo de avaliar o quanto este curso é importante para a sua carreira ou para o mercado que ela pretende atuar".
Como escolher uma especialização?
A consultora aconselha os profissionais a pensarem em alguns pontos importantes antes de fazer um curso de pós-graduação, MBA ou especialização. "É importante a pessoa conversar com profissionais que já alcançaram o objetivo de carreira almejado por ela para saber como foi a trajetória. Além disso, é fundamental entender o mercado que se deseja trabalhar, verificando as qualificações e habilidades exigidas".
Bruna também ressalta que, muitas vezes, o inglês fluente pode ser um grande diferencial no mercado de trabalho, já que poucos profissionais possuem essa habilidade.

A importância da experiência
Para a consultora, a experiência profissional traz conhecimentos que nenhum curso pode proporcionar. "Saber trabalhar em grupo, desenvolver inciativas, vencer desafios, aprender a ser humilde e a se relacionar com pessoas de opiniões diferentes são habilidades que só a rotina de trabalho pode oferecer".
Bruna destaca que os programas de trainee não exigem experiência no mercado, mas sim muito conhecimento técnico. Por isso, ter experiência ou uma ampla formação ganha importância dependendo da cultura de cada organização.

Para quem não conseguiu ser contratado da mesma empresa onde fazia estágio, resta a esperança de que dias melhores virão, no meio desta crise mundial. Acreditar que os cursos feitos, o intercâmbio, as aulas infinitas de inglês, o contato com colegas de profissão, a busca diária por emprego vão servir de alguma forma em algum dia. Acreditar que futuramente terei um currículo muito melhor, cheio de experiências e que ao invés de procurar, serei procurada. Pensamento positivo.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O que é ser Jornalista

Redação que fiz quando estava ainda no 4º período da facul.

Redação Jornalística II – 4º C

Resenha do livro “O que é ser Jornalista”


Paixão insaciável pelo jornalismo

Em uma história surpreendente, cheia de emoções e relatos da vida, o autor escreve na primeira pessoa simples palavras que deixam o seu texto leve e temperado, gostoso de ler. Fatos dramáticos e engraçados de momentos ricos da recente vida política e social do país, acompanhados de perto por um dos maiores jornalistas políticos da atualidade, Ricardo Noblat.

Casos da sua tumultuada e rica carreira estão no seu livro O que é ser Jornalista, da Editora Record. Uma jóia rara, não somente para estudantes e profissionais do jornalismo, mas também para o público em geral, que vão sentir o imenso prazer que ele teve, e ainda tem, nesta profissão.

Em Recife, cidade em que nasceu, Noblat foi repórter assistente da sucursal do Jornal do Brasil (JB), onde aprendeu a ser repórter com apenas 18 anos. Dois anos depois, acumulou as funções de repórter com as de editor do Jornal do Commercio.

Em 1972, assumiu a chefia de redação da sucursal da revista Manchete, de Adolfo Bloch, onde aprendeu a escrever de um certo jeito. Em 1978, tornou-se repórter da Veja e foi transferido para Salvador após um ano. Mudou-se para São Paulo e tornou-se editor assistente de política da revista Veja. Depois assumiu a chefia da redação do JB em Brasília e assinou a coluna “Coisas da Política”.

Entre 1990 e 1992 fez marketing político na agência de publicidade brasileira Propeg e participou da primeira e única campanha eleitoral da história da Angola, onde trabalhou três anos e viveu em meio a uma das mais sangrentas guerras civis da história do continente africano.

O autor começa e termina o livro contando sua experiência mais marcante à frente de um jornal diário, o Correio Braziliense, que dirigiu entre 1994 e 2002, e que de chapa branca transformou-se em um periódico moderno e premiado. Seus oito anos de direção no Correio coincidiram com os oito anos de governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

No Correio, viveu um ruidoso embate com Joaquim Roriz, candidato à reeleição ao governo do Distrito Federal, onde sofreu perseguições e agressões que atingiram sua família e seu emprego.

Dirigiu a redação do jornal A tarde, de Salvador, entre 2002 e 2003. Logo após foi colunista político de O Dia e, a partir de 2004, virou blogueiro.

Em seu livro, Noblat dá diversas e importantes dicas para seus leitores. Em um trecho afirma: “o jornalismo deve ser exercido em tempo integral. Isso quer dizer: do momento em que acorda até o momento em que vai dormir”. Ter precisão, clareza e honestidade é fundamental na profissão.

O dia-a-dia de uma Redação, a impertinência da busca por notícias “quentes” e de relevância para a sociedade, a responsabilidade do jornalista em fornecer informações completas, a ousadia de fazer mudanças necessárias para o melhoramento dos meios de comunicação são aprendizados significativos.

Na sucursal em Recife, no sul do Pará, em Piracicaba, com diversos políticos como Fernando Henrique Cardoso, Fidel Castro e Lula, recebendo prêmios e lançando livros são algumas de suas inúmeras fotos inclusas no livro.

O que é ser Jornalista ensina uma das maiores virtudes do jornalista – o texto dinâmico e enxuto. Indicando influências que o ajudaram a escolher e a moldar a profissão: do cordel declamado em praça pública à poesia moderna; o new journalism de Truman Capote, o realismo mágico latino-americano.

Com a experiência de quem cobriu, entre tantos outros marcos históricos, a eleição, agonia e morte do ex-presidente Tancredo Neves, o surgimento e a derrocada de Fernando Collor de Mello e a ascensão do primeiro líder de esquerda do país, Luiz Inácio Lula da Silva, o livro pode ser considerado um verdadeiro “Manual de Redação”.

Ricardo Noblat se formou em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Hoje, com 40 anos de profissão mantém o mesmo entusiasmo em seu blog, um dos mais visitados no Brasil, entre reportagens, entrevistas, artigos e imagens. O endereço é: www.noblat.com.br.

Autor de Céu de favoritos, A arte de fazer um jornal diário e co-autor de O complô que elegeu Tancredo, Noblat ainda acha que escrever é um “martírio”.

NOBLAT, Ricardo. O que é ser Jornalista: Memórias profissionais de Ricardo Noblat. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 270 p. R$ 25,90.