quarta-feira, 2 de junho de 2010
Boatos ou verdades
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Conexão Vix-RJ
A novidade é que estou morando no Rio de Janeiro. Um sonho realizado. Estou fazendo pós graduação de Jornalismo Cultural na UERJ. Há um mês minha vida deu uma guinada e mudanças são sempre difíceis de se acostumar, mas necessárias na vida de todos. Mudança de estado, conhecendo novas pessoas, estudando de novo, à procura de um novo emprego, controlando gastos, fazendo minha própria comida, arrumando casa, comprando tudo, andando de ônibus, aprendendo a dividir tarefas com os amigos que dividem o apê, ficar indo e vindo de avião, sozinha.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Novidade
| Supermercados do ES fecham s uas portas aos domingos |
| Donos e funcionários do setor são a fa vor do acordo e aproveitam o dia de folga em família |
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Jornalistas não precisam mais de diploma!
Venho aqui manifestar minha tristeza, raiva, indignação com a notícia de hoje.
Matéria da Veja: "O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira a exigência de diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista, por oito votos a um.
Somente o ministro Marco Aurélio Mello votou a favor da exigência do diploma.
O relator e presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, alegou, em seu voto, que a profissão de jornalismo tem vinculação com o amplo exercício da liberdade de expressão e de informação. Segundo Mendes, exigir o diploma é contra a Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão." Leia mais aqui.
Tudo bem quanto a liberdade de expressão, querer escrever em blogs, twitter, orkut... Mas, qualquer um poder ser jornalista, não! Fiz faculdade particular, cara, durante quatro anos e exijo respeito. Quero ser reconhecida profissionalmente. Não quero competir com uma pessoa sem diploma! Quero um emprego na área, estou lutando por isso. As empresas exigem experiência de todos para conquistar uma simples vaga, e agora o diploma não será mais necessário?
Segundo Marcelo Soares, do blog Diário de um fuçador: "(...)E eu acho isso genial. Abri aqui em casa um Pinotage sul-africano para comemorar. Mas eu sou minoria. No Twitter, está uma choradeira braba - o famoso #mimimi. O pessoal reclama coisas como "de que adiantou estudar?". Já vi gente dizendo coisas como "paguei na faculdade o equivalente a um carro zero, quem me devolve agora?" A mais engraçada é "e agora, que qualquer analfabeto pode tirar meu emprego?" Discordo veementemente. (...)" Leia mais aqui.
Tudo bem que vale mais quem sabe mais. Quem estuda (ou estudou) em um curso bom terá mais chances. Mesmo assim não vou querer um "colega" de profissão do meu lado sem diploma. Não vou gostar de ouvir que fulano de tal escreve para um jornal e não fez faculdade de Jornalismo.
Acho que as empresas mais conceituadas não vão dispensar um ótimo jornalista. Mas outras podem aproveitar "qualquer um" simplesmente para pagar menos. Quanto será menos do que um jornalista já ganha neste país? Não quero nem pensar.
Isso é Brasil!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Meu TCC
Resumo
O jornalismo vem sofrendo modificações desde o surgimento da Internet. O objetivo desse estudo é mostrar como surgiu e se desenvolveu o jornalismo online e o que é ser jornalista neste novo momento, tendo como referência o portal de A Gazeta. A escolha desse tema foi pelo interesse sobre as possibilidades abertas por essa nova forma de fazer jornalismo, que é uma mídia que está em fase de consolidação de padrões. As análises foram feitas através de entrevistas com funcionários de A Gazeta. A prática jornalística deve se adaptar a estas inovações e os jornalistas devem estar atentos a cada mudança, pois cada novidade que surge no campo da tecnologia, torna-se um desafio para o profissional.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Experiência ou especialização?
Uma faculdade de quatro anos cansa. Mas, também é preciso estudar cada vez mais para ser um bom profissional. Principalmente no difícil mercado de trabalho que nos encontramos atualmente.
Estudar, estudar, estudar... e não ter a verdadeira prática adianta alguma coisa? Já que o que mais vemos por aí são empregos exigindo experiência de não sei quantos anos. Afinal, um recém formado não tem muita experiência, a não ser alguns estágios durante o tempo da faculdade.
O texto "Experiência x especialização: o que é mais valorizado no mercado de trabalho?" do site Administradores.com.br discute exatamente isso. Não ter experiência profissional pode ser um dos grandes dilemas dos recém-formados. Para driblar essa situação, muitos recorrem aos cursos de especialização, MBA, pós-graduação e mestrado. Mas, no mercado de trabalho, o que conta mais: ter experiência na área ou formação técnica?
Na opinião da consultora de desenvolvimento do Grupo DMRH, Bruna Tokunaga Dias, a decisão de investir em uma ampla formação técnica depende de diversas variáveis, como a área de atuação, os planos de carreira e as exigências do mercado.
"Muitas pessoas acabam se preocupando apenas com a qualificação, ou seja, o impacto que um curso de pós-graduação ou técnico traz ao currículo, esquecendo de avaliar o quanto este curso é importante para a sua carreira ou para o mercado que ela pretende atuar".
Como escolher uma especialização?
A consultora aconselha os profissionais a pensarem em alguns pontos importantes antes de fazer um curso de pós-graduação, MBA ou especialização. "É importante a pessoa conversar com profissionais que já alcançaram o objetivo de carreira almejado por ela para saber como foi a trajetória. Além disso, é fundamental entender o mercado que se deseja trabalhar, verificando as qualificações e habilidades exigidas".
Bruna também ressalta que, muitas vezes, o inglês fluente pode ser um grande diferencial no mercado de trabalho, já que poucos profissionais possuem essa habilidade.
A importância da experiência
Para a consultora, a experiência profissional traz conhecimentos que nenhum curso pode proporcionar. "Saber trabalhar em grupo, desenvolver inciativas, vencer desafios, aprender a ser humilde e a se relacionar com pessoas de opiniões diferentes são habilidades que só a rotina de trabalho pode oferecer".
Bruna destaca que os programas de trainee não exigem experiência no mercado, mas sim muito conhecimento técnico. Por isso, ter experiência ou uma ampla formação ganha importância dependendo da cultura de cada organização.
Para quem não conseguiu ser contratado da mesma empresa onde fazia estágio, resta a esperança de que dias melhores virão, no meio desta crise mundial. Acreditar que os cursos feitos, o intercâmbio, as aulas infinitas de inglês, o contato com colegas de profissão, a busca diária por emprego vão servir de alguma forma em algum dia. Acreditar que futuramente terei um currículo muito melhor, cheio de experiências e que ao invés de procurar, serei procurada. Pensamento positivo.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O que é ser Jornalista
Redação que fiz quando estava ainda no 4º período da facul.
Redação Jornalística II – 4º C
Resenha do livro “O que é ser Jornalista”
Paixão insaciável pelo jornalismo
Casos da sua tumultuada e rica carreira estão no seu livro O que é ser Jornalista, da Editora Record. Uma jóia rara, não somente para estudantes e profissionais do jornalismo, mas também para o público em geral, que vão sentir o imenso prazer que ele teve, e ainda tem, nesta profissão.
Em Recife, cidade em que nasceu, Noblat foi repórter assistente da sucursal do Jornal do Brasil (JB), onde aprendeu a ser repórter com apenas 18 anos. Dois anos depois, acumulou as funções de repórter com as de editor do Jornal do Commercio.
Em 1972, assumiu a chefia de redação da sucursal da revista Manchete, de Adolfo Bloch, onde aprendeu a escrever de um certo jeito. Em 1978, tornou-se repórter da Veja e foi transferido para Salvador após um ano. Mudou-se para São Paulo e tornou-se editor assistente de política da revista Veja. Depois assumiu a chefia da redação do JB em Brasília e assinou a coluna “Coisas da Política”.
Entre 1990 e 1992 fez marketing político na agência de publicidade brasileira Propeg e participou da primeira e única campanha eleitoral da história da Angola, onde trabalhou três anos e viveu em meio a uma das mais sangrentas guerras civis da história do continente africano.
O autor começa e termina o livro contando sua experiência mais marcante à frente de um jornal diário, o Correio Braziliense, que dirigiu entre 1994 e 2002, e que de chapa branca transformou-se em um periódico moderno e premiado. Seus oito anos de direção no Correio coincidiram com os oito anos de governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.
No Correio, viveu um ruidoso embate com Joaquim Roriz, candidato à reeleição ao governo do Distrito Federal, onde sofreu perseguições e agressões que atingiram sua família e seu emprego.
Dirigiu a redação do jornal A tarde, de Salvador, entre 2002 e 2003. Logo após foi colunista político de O Dia e, a partir de 2004, virou blogueiro.
Em seu livro, Noblat dá diversas e importantes dicas para seus leitores. Em um trecho afirma: “o jornalismo deve ser exercido em tempo integral. Isso quer dizer: do momento em que acorda até o momento em que vai dormir”. Ter precisão, clareza e honestidade é fundamental na profissão.
O dia-a-dia de uma Redação, a impertinência da busca por notícias “quentes” e de relevância para a sociedade, a responsabilidade do jornalista em fornecer informações completas, a ousadia de fazer mudanças necessárias para o melhoramento dos meios de comunicação são aprendizados significativos.
Na sucursal em Recife, no sul do Pará, em Piracicaba, com diversos políticos como Fernando Henrique Cardoso, Fidel Castro e Lula, recebendo prêmios e lançando livros são algumas de suas inúmeras fotos inclusas no livro.
O que é ser Jornalista ensina uma das maiores virtudes do jornalista – o texto dinâmico e enxuto. Indicando influências que o ajudaram a escolher e a moldar a profissão: do cordel declamado em praça pública à poesia moderna; o new journalism de Truman Capote, o realismo mágico latino-americano.
Com a experiência de quem cobriu, entre tantos outros marcos históricos, a eleição, agonia e morte do ex-presidente Tancredo Neves, o surgimento e a derrocada de Fernando Collor de Mello e a ascensão do primeiro líder de esquerda do país, Luiz Inácio Lula da Silva, o livro pode ser considerado um verdadeiro “Manual de Redação”.
Ricardo Noblat se formou em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Hoje, com 40 anos de profissão mantém o mesmo entusiasmo em seu blog, um dos mais visitados no Brasil, entre reportagens, entrevistas, artigos e imagens. O endereço é: www.noblat.com.br.
Autor de Céu de favoritos, A arte de fazer um jornal diário e co-autor de O complô que elegeu Tancredo, Noblat ainda acha que escrever é um “martírio”.
NOBLAT, Ricardo. O que é ser Jornalista: Memórias profissionais de Ricardo Noblat. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 270 p. R$ 25,90.