sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Oh, dúvida cruel
O medo de arriscar, de mudar. Eu que já arrisquei tanto, mudei tanto.
Sonhos que ficam só em sonhos, alguns realizados, outros talvez nunca. Mas quem já realizou todos?
O querer mudar por algumas pessoas. Mas não deveria pensar só em mim? Seria egoísta?
A distância complica. Ou ajuda?
As respostas que eu queria quando peço ajuda à Deus. Não sei interpretar?
A idade chegando, a maturidade.
Os sonhos ficando para trás.
O lugar, o sonho, o amor.
O amor muda tudo. Mas as dúvidas continuam existindo.
sábado, 2 de abril de 2011
Nada como um dia após o outro
A esperança é sempre a última que morre.
É preciso cautela, não demonstrar tanto a alegria para todo mundo, pois a inveja tem sono leve.
Xô mau olhado, inveja e coisas ruins.
Se eu faço a minha parte e, bem feita, um dia as recompensas chegam.
Deus reconhece e me enche de bençãos.
Dias de sofrimento são importantes para quando chegarem os dias felizes.
Se tudo fosse alegria, que chato seria.
Sigo em frente, na confiança de que tudo vai dar certo.
Pensamento positivo - SEMPRE.
Fé, paz e amor.
FELICIDADE!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Day after day
Vontade de ficar embaixo do edredom, sem hora para levantar, nem precisar sair de casa.
Sentimento de estar faltando algo.
Saudade.
Esperança de que tudo irá mudar e se resolver.
Dias de reflexão.
Medo de arriscar, de sofrer.
Solidão.
Que tudo se resolva o mais rápido possível.
Só o tempo irá dizer.
Day after day
Of endless colors
These endless hours
I comtemplate
Day after day
Is a frozen river
But time stand still
I sit and wait...
Dias iguais
Azuis, vermelhos
Frios dias sem paz
De espera
Dias iguais
São como um rio
Correndo pra trás
Não deságua em nenhum lugar
(Sandy e Nerina Pallot)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Status de relacionamento
Mudar o status de relacionamento em sites de relacionamento, como Orkut, Facebook, gera uma curiosidade alheia incrível. Tenho percebido isso ultimamente. Às vezes, mudo só pra sacanear. Só pra ver como é grande a curiosidade dos outros. Alguns não se aguentam e vem perguntar porque, outros se surpreendem, outros criticam, outros elogiam. Outro dia coloquei: "relacionamento aberto", ou "amizade colorida"... já imaginou o rebuliço?
E quando aquela amiga ficou noiva? A primeira coisa que ela pensa é colocar NOIVA com todas as letras no Orkut e Facebook. Aí, claro, toooodas as amigas vão perguntar: "Quando é o casório???" ou "Noooossaaa que legal, parabéns, muitas felicidades!!" etc e tal. Pura inveja.
Se uma mulher coloca "SOLTEIRA" pode esperar o comentário de vários homens chamando pra sair. Ou das amigas também. Tem gente que não coloca, "porque fica um monte de homem enchendo o saco", ou "pra mostrar que não estou sozinha, estou sempre com alguém". Besteira.
Alguns não gostam de colocar nada, preferem esconder o estado civil, mesmo toooodo mundo sabendo que ela está soltinha nas baladas... ou que ela namora há 5 anos! Ou então é gay não assumido. Fala sério.
Tem gente que se preocupa tanto com isso que muda de onde estiver. O cara atualizou o status do facebook do altar da Igreja!!! Leia aqui
Eu não tenho essa neura. Lógico que isso atrapalha e já atrapalhou um pouco minha vida, porque se expor demais na internet tem lá suas desvantagens. É preciso pensar em tudo que irá postar hoje em dia.
Tem gente de olho em você, pode acreditar. Pessoas que você nem sonha que te seguem no twitter. Que fuçam seu orkut, seu facebook. Que leem seu blog.
Ficou com medinho? Ah... tô nem aí, não devo nada a ninguém, escrevo o que eu quiser, lê quem quiser e comenta quem quiser. Eu tenho o poder de moderar os comentários. Se eu não gostar eu apago, simples assim.
obs.: não estou sendo grossa, é só uma opinião sobre o assunto.
Somos livres para fazer o que quiser de nossas vidas.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Tédio
Sem tv por hoje... tédio!
Quero sair. Sozinha? Enquanto o namorado não chega, leva uma amiga.
Ele vai trabalhar o dia inteiro, e eu? Em casa como sempre.
Colecionando nãos, chorando pelos cantos, fuçando Orkut, facebook, twitter.
Pesquisando cursos, blogs, textos.
Tentando ler os livros que comprei, tenho que ler mais.
Tentando tomar coragem para voltar à academia.
Fazendo uns tratamentos estéticos pelo menos.
Esperando o telefone tocar.
Ansiosa. Angustiada. Preocupada.
Não tenho insônia. Tenho mais sono, quero dormir o dia todo.
A idade passando, o ano acabando.
As pessoas perguntando.
Irritada, estressada, mal humorada.
Mudar? Mesmo contra a vontade.
Já estudei muito. Ou nunca é demais.
Quero trabalhar! Ocupação. Independência. Valor. Cultura. Reconhecimento.
Sucesso, fama.
Realização dos sonhos. Realizar-me profissionalmente.
É pedir muito?
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Boatos ou verdades
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Coisas do Rio
Durante os quatro meses que estou morando no Rio de Janeiro vim percebendo diversas coisas que me fizeram escrever estes tópicos, dividido entre coisas boas e ruins, na minha opinião, sobre esta cidade. Que me desculpem os cariocas, esta é apenas uma visão de uma capixaba acostumada com a pequena cidade de Cariacica e Vitória, de onde vim. Mas, agora, adaptando-me à esta grande metrópole.
Coisas boas:
Uma cidade enorme, dividida em zonas, muitos bairros e sub-bairros
Há vários caminhos para ir e vir para casa
Tem prédios e condomínios enormes, muitos em construção
Tem inúmeros teatros e peças acontecendo diariamente
Tem muitos shoppings
Os cariocas recebem bem os turistas, são muito educados
Há muitas opções de lazer
Há muitas oportunidades de trabalho
Há várias linhas de ônibus
Muitas opções de transporte: ônibus, metrô, balsa, táxi
Usar táxi é cultural
Há pessoas de todo lugar e todo tipo de cultura
As roupas e os estilos são bem diferentes entre as pessoas
Há vários tipos de religião
Pontos turísticos lindos e famosos pelo mundo
Muitos gringos pela cidade
Coisas ruins:
Os motoristas não param no sinal vermelho
Não respeitam os pedestres
Não dão seta
Alguns carros não usam farol a noite
Buzinam por qualquer motivo
A maioria das pessoas não leva toalha pra malhar (falta de higiene)
A academia não cobra matrícula, mas cobra uma avaliação muito cara
Tem trânsito toda hora, é bom sair sempre com 1 hora de antecedência
Há um certo preconceito entre pessoas de zonas diferentes (ex. zona sul e zona oeste)
Alguns homens são bem marrentos, arrumam briga por qualquer motivo
O custo de vida é bem alto
Tem blitz em vários horários e vários locais (isso pode ser bom ou ruim?)
Os retornos são longe, não é bom se perder pelo caminho
Há favela por todo lado
Há muitos arrastões, assaltos
quarta-feira, 12 de maio de 2010
“Sala, quarto, cozinha, banheiro e outros lugares menos cômodos” na Zona Sul
A Companhia Teatro Porão passou oito anos se dedicando a montagens ligadas diretamente a um repertório popular e inspirado nos grandes nomes da literatura nacional. Agora ela apresenta um projeto com caráter diferenciado. Mantendo sua característica autoral, surge o monólogo-documentário Sala, Quarto, Cozinha, Banheiro e Outros Lugares Menos Cômodos, gênero experimentado há pouco no teatro brasileiro, porém, um grande desafio para o grupo.
Após uma pesquisa de seis meses feita pela atriz e jornalista Andréa Cevidanes, baseada em entrevistas com mulheres tão diferentes e tão próximas entre si, o monólogo estimulou a Companhia a superar a função de bons contadores de histórias, tornando-os bons em transpor histórias. De trinta, foi preciso escolher apenas seis mulheres para serem representadas. Trechos de suas vidas, acontecimentos importantes, ou uma tomada geral em suas rotinas bastam para as cenas. De dentro de suas casas, as seis mulheres apresentadas contaram suas vidas para a atriz que as interpreta, e esta transformou as suas histórias em cenas que retratam um pouco da dor, da alegria, da esperança e da surpresa que existe dentro de cada um de nós.
No início da peça, a atriz faz uma breve apresentação e com uma pequena filmadora registra quem vai chegando ao teatro, e vai projetando no telão atrás dela. Depois troca de roupa em cena, a cada mudança de personagem. Encanta, faz rir e até chorar, de acordo com a identificação da platéia com alguma mulher representada. Dona de casa, adolescente, trabalhadeira, evangélica, funkeira, tem de tudo. Enquanto no meio tem drama e silêncio da platéia, no final ela interage com eles e arranca gargalhada.
O espetáculo estreou no Teatro Miguel Falabella, na Sala Atores de Laura, em maio de 2009 e ficou em cartaz até dezembro do mesmo ano. Este ano, o espetáculo foi para a Zona Sul, realizando uma temporada nos meses de Março e Abril, às terças e quartas, no espaço Rogério Cardoso, na Casa de Cultura Laura Alvim .
Ficha Técnica:
Concepção, Direção, Texto e Atuação - Andréa Cevidanes
Equipe de Criação - Gregório Tavares, Marcelle Bessa e Rubia Vieira
Supervisão de Direção - Gilvan Balbino
Elenco de Apoio (Criação) - Leonardo Heringer e Marcelle Bessa
Pesquisa - Andréa Cevidanes e Rubia Vieira
Cenário e Figurino - Criação Coletiva
Preparador físico - Lindolfo Melo
Trilha Sonora - Andréa Cevidanes e Gregório Tavares
Iluminação - Rubia Vieira
Arte Gráfica e Assessoria de Imprensa - Gregório Tavares
Produçaõ Executiva - Gregório Tavares
Serviço
Contatos produção: Gregório Tavares: 21 9888 0174
Local: Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso (70 Lugares)
Endereço: Avenida Vieira Souto, 174, Ipanema - Informações: 2332 2015
Horário(s): terça e quarta às 20h30
Data(s): 9 de março a 28 de abril de 2010
Preço(s): R$ 25,00 (inteira) - R$ 12,50 (meia)
Bairro: Ipanema
Classificação: 14 anos
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A Casa dos Budas Ditosos
Ontem assisti a peça "A Casa dos Budas Ditosos", no Teatro Fashion Mall com a atriz Fernanda Torres. Sucesso desde 2003, a comédia estava em cartaz até ontem em São Conrado, Rio de Janeiro. O texto é de João Ubaldo Ribeiro, também autor do livro de mesmo nome, que tem como tema-pecado a luxúria. Fernanda interpreta uma mulher de 68 anos, nascida na Bahia, falando de sua própria vida, e de como jamais se furtou a viver - com todo o prazer e sem respingos de culpa - as infinitas possibilidades do sexo.Como diz a descrição do livro, a peça tem um texto "impudico e provocador, às vezes chocante, às vezes irônico, sempre instigante. Com a deliciosa sugestão de que, realmente, não existe pecado do lado de baixo do Equador."
É impressionante como Fernanda, sozinha e sentada numa mesa (que é o único cenário), fala e interpreta durante quase 2 horas de peça de maneira incrível, arrancando risadas do público sem deixar o ritmo cair.
Entre uma golada e outra de um líquido dando a entender ser wisky com gelo, a personagem vai contando, como se estivesse em uma palestra, sua trajetória de vida minuciosamente, suas fantasias e aventuras sexuais com gente de todo lugar (inclui-se estrangeiros, padre, irmão, tio e mulheres!).
Com sotaque sutil de baiana, mas puxando um pouco o “s” (depois ela explica que mudou-se para o Rio de Janeiro), ela conta histórias de uma mulher que deseja dizer ao mundo que ousou cumprir sua vocação libertina e foi feliz. Diz que a plateia com certeza vai se identificar com alguma história ou aventura sexual, e daí surgem as risadas. Até mesmo no caso que ela teve com o irmão, o tio e padre. De acordo com estatísticas, parece ser uma coisa normal e ela afirma isso. Bom, eu não acho normal, mas será que na plateia alguém se identificou? Provavelmente.
A protagonista dá até dicas de sexo, sem pudor com as palavras, ensina a fazer sexo anal, fala sobre os vários homens (e mulheres) com quem se relacionou, com drogas ou não, enfim, o objetivo é gozar e ser feliz. E antes de encerrar o monólogo, ela diz que espera que todos saiam dali morrendo de vontade de comê-la!
Com direção do dramaturgo Domingos de Oliveira, a peça transmite, entre momentos cômicos, discussões filosóficas acerca da vida, do amor e da sexualidade. Achei a peça fantástica, mas confesso que ficaria com vergonha de levar minha mãe para assistir ao meu lado. Porém, a verdade é que com a ótima interpretação de Fernanda, é impossível não rir. Mesmo as pessoas mais conservadoras não resistiriam.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Conexão Vix-RJ
A novidade é que estou morando no Rio de Janeiro. Um sonho realizado. Estou fazendo pós graduação de Jornalismo Cultural na UERJ. Há um mês minha vida deu uma guinada e mudanças são sempre difíceis de se acostumar, mas necessárias na vida de todos. Mudança de estado, conhecendo novas pessoas, estudando de novo, à procura de um novo emprego, controlando gastos, fazendo minha própria comida, arrumando casa, comprando tudo, andando de ônibus, aprendendo a dividir tarefas com os amigos que dividem o apê, ficar indo e vindo de avião, sozinha.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Férias, não. Verão, sim!
domingo, 8 de novembro de 2009
Oi galera
Mas, vou deixar aqui, quem sabe eu volto a ser uma blogueira mais ativa.
Bjus
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Novidade
| Supermercados do ES fecham s uas portas aos domingos |
| Donos e funcionários do setor são a fa vor do acordo e aproveitam o dia de folga em família |
Estou no Top Blog
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Jornalistas não precisam mais de diploma!
Venho aqui manifestar minha tristeza, raiva, indignação com a notícia de hoje.
Matéria da Veja: "O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira a exigência de diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista, por oito votos a um.
Somente o ministro Marco Aurélio Mello votou a favor da exigência do diploma.
O relator e presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, alegou, em seu voto, que a profissão de jornalismo tem vinculação com o amplo exercício da liberdade de expressão e de informação. Segundo Mendes, exigir o diploma é contra a Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão." Leia mais aqui.
Tudo bem quanto a liberdade de expressão, querer escrever em blogs, twitter, orkut... Mas, qualquer um poder ser jornalista, não! Fiz faculdade particular, cara, durante quatro anos e exijo respeito. Quero ser reconhecida profissionalmente. Não quero competir com uma pessoa sem diploma! Quero um emprego na área, estou lutando por isso. As empresas exigem experiência de todos para conquistar uma simples vaga, e agora o diploma não será mais necessário?
Segundo Marcelo Soares, do blog Diário de um fuçador: "(...)E eu acho isso genial. Abri aqui em casa um Pinotage sul-africano para comemorar. Mas eu sou minoria. No Twitter, está uma choradeira braba - o famoso #mimimi. O pessoal reclama coisas como "de que adiantou estudar?". Já vi gente dizendo coisas como "paguei na faculdade o equivalente a um carro zero, quem me devolve agora?" A mais engraçada é "e agora, que qualquer analfabeto pode tirar meu emprego?" Discordo veementemente. (...)" Leia mais aqui.
Tudo bem que vale mais quem sabe mais. Quem estuda (ou estudou) em um curso bom terá mais chances. Mesmo assim não vou querer um "colega" de profissão do meu lado sem diploma. Não vou gostar de ouvir que fulano de tal escreve para um jornal e não fez faculdade de Jornalismo.
Acho que as empresas mais conceituadas não vão dispensar um ótimo jornalista. Mas outras podem aproveitar "qualquer um" simplesmente para pagar menos. Quanto será menos do que um jornalista já ganha neste país? Não quero nem pensar.
Isso é Brasil!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Olha que legal...
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro. E lento.
15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador tens e direi quem és.
28. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...
29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?
30. Aluno de informática não cola, faz backup.
31. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
32. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
BR-101 Sul

O tema hoje é sobre a BR-101 Sul. Inúmeros são os acidentes que acontecem nesta rodovia diariamente e parecem não ter fim, pois ninguém faz nada.
Eu estava na missa domingo passado, 17, e até o padre tocou no assunto. Pois, no mesmo dia, um acidente gravíssimo ocorreu perto de Guarapari e matou dois homens, que estavam vindo para Campo Grande para um encontro da Igreja Católica Bom Pastor. Veja a notícia no Gazetaonline aqui.
Na BR,passam-se muitos caminhões e estes são os principais causadores de acidentes. Excesso de velocidade, cargas mal acondicionadas, imprudência dos motoristas são algumas causas.
O pior é saber que estes caminhões irregulares passam tranquilamente pela guarita policial e quase nunca são parados e fiscalizados. Pelo menos eu nunca vi. Raramente acontece blitz para carros irregulares. Um outro exemplo são os faróis desregulados. Quantos veículos por aí trafegam com as luzes apagadas ou com diferença de iluminação entre a direita e a esquerda? Policiais não querem saber. Diversos são os carros com placas irregulares também. Mas, agora o lance é a Lei Seca (que por aqui em Vitória quase não tem). Quando tem é só final de semana, após a meia noite. Portanto, se você quiser beber e dirigir, já sabe o horário que “pode”, ok?
Lendo alguns comentários de leitores da Gazeta percebi que a indignação é geral. Mas não adianta nada reclamar dos políticos. Temos que agir! Temos que protestar! Não podemos esperar que mais acidentes ocorram, que mais pessoas inocentes morram nestas estradas.
Sempre que vou a Guarapari, passo pela BR-101 por achar mais perto de Cariacica. Mas ultimamente tenho preferido a Rodovia do Sol, por ser mais segura. Tem que pagar pedágio, mas pelo menos a sinalização é melhor, há mais pistas de cada lado. Já na BR-101 o perigo é constante. Motoristas imprudentes ultrapassam carretas em curvas perigosas, onde não há visão se vem carro do lado oposto ou não, correndo risco de causar acidente a eles e a outros que vem atrás. Ou seja, mesmo você dirigindo certo, corre risco por causa dos outros, errados.
Os caminhões pesados deveriam andar na faixa esquerda, certo? Aqui eles andam na direita, ultrapassam os carros, colam atrás dos veículos (fazendo pressão para correr ou sair da frente) e não estão nem aí.
Tirando isso, os buracos são enormes, prejudicando, assim, os carros.
Outro dia, um pneu furou e soltou de um caminhão pela estrada afora, por pouco não pega em algum carro e causa outro acidente.
Há um tempo atrás disseram que a BR-101 seria como a Rodovia do Sol, teria pedágio e seria melhor sinalizada. A maioria reclamou, mas talvez assim teria melhores condições.
E aí, você vai continuar passando pela BR-101 e arriscando sua própria vida?
terça-feira, 12 de maio de 2009
Meu TCC
Resumo
O jornalismo vem sofrendo modificações desde o surgimento da Internet. O objetivo desse estudo é mostrar como surgiu e se desenvolveu o jornalismo online e o que é ser jornalista neste novo momento, tendo como referência o portal de A Gazeta. A escolha desse tema foi pelo interesse sobre as possibilidades abertas por essa nova forma de fazer jornalismo, que é uma mídia que está em fase de consolidação de padrões. As análises foram feitas através de entrevistas com funcionários de A Gazeta. A prática jornalística deve se adaptar a estas inovações e os jornalistas devem estar atentos a cada mudança, pois cada novidade que surge no campo da tecnologia, torna-se um desafio para o profissional.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Experiência ou especialização?
Uma faculdade de quatro anos cansa. Mas, também é preciso estudar cada vez mais para ser um bom profissional. Principalmente no difícil mercado de trabalho que nos encontramos atualmente.
Estudar, estudar, estudar... e não ter a verdadeira prática adianta alguma coisa? Já que o que mais vemos por aí são empregos exigindo experiência de não sei quantos anos. Afinal, um recém formado não tem muita experiência, a não ser alguns estágios durante o tempo da faculdade.
O texto "Experiência x especialização: o que é mais valorizado no mercado de trabalho?" do site Administradores.com.br discute exatamente isso. Não ter experiência profissional pode ser um dos grandes dilemas dos recém-formados. Para driblar essa situação, muitos recorrem aos cursos de especialização, MBA, pós-graduação e mestrado. Mas, no mercado de trabalho, o que conta mais: ter experiência na área ou formação técnica?
Na opinião da consultora de desenvolvimento do Grupo DMRH, Bruna Tokunaga Dias, a decisão de investir em uma ampla formação técnica depende de diversas variáveis, como a área de atuação, os planos de carreira e as exigências do mercado.
"Muitas pessoas acabam se preocupando apenas com a qualificação, ou seja, o impacto que um curso de pós-graduação ou técnico traz ao currículo, esquecendo de avaliar o quanto este curso é importante para a sua carreira ou para o mercado que ela pretende atuar".
Como escolher uma especialização?
A consultora aconselha os profissionais a pensarem em alguns pontos importantes antes de fazer um curso de pós-graduação, MBA ou especialização. "É importante a pessoa conversar com profissionais que já alcançaram o objetivo de carreira almejado por ela para saber como foi a trajetória. Além disso, é fundamental entender o mercado que se deseja trabalhar, verificando as qualificações e habilidades exigidas".
Bruna também ressalta que, muitas vezes, o inglês fluente pode ser um grande diferencial no mercado de trabalho, já que poucos profissionais possuem essa habilidade.
A importância da experiência
Para a consultora, a experiência profissional traz conhecimentos que nenhum curso pode proporcionar. "Saber trabalhar em grupo, desenvolver inciativas, vencer desafios, aprender a ser humilde e a se relacionar com pessoas de opiniões diferentes são habilidades que só a rotina de trabalho pode oferecer".
Bruna destaca que os programas de trainee não exigem experiência no mercado, mas sim muito conhecimento técnico. Por isso, ter experiência ou uma ampla formação ganha importância dependendo da cultura de cada organização.
Para quem não conseguiu ser contratado da mesma empresa onde fazia estágio, resta a esperança de que dias melhores virão, no meio desta crise mundial. Acreditar que os cursos feitos, o intercâmbio, as aulas infinitas de inglês, o contato com colegas de profissão, a busca diária por emprego vão servir de alguma forma em algum dia. Acreditar que futuramente terei um currículo muito melhor, cheio de experiências e que ao invés de procurar, serei procurada. Pensamento positivo.
